domingo, 12 de agosto de 2012

o amor faz-nos cometer

o amor faz-nos cometer as piores e maiores loucuras,
faz-nos, disse bem, a mim e a ti.
aos dois.
corremos até ao fim, por nós, eu por ti e tu, claro, por mim.
é por amor que se comentem as maiores loucuras. podes chamar-lhe tanto loucuras, como acções com cariz prejudicial a alguém.
o amor faz-nos usar muitos dos verbos, tanto no presente como no futuro, mas se esse amor te fizer percorrer algum verbo no passado, deixa-o, larga-o e arranja outro, aliás, o amor não se arranja, conquista-se.
o verbo amar, é o melhor amigo do ficar, lutar, correr, morrer, confiar, respeitar, e é o maior inimigo da palavra fim e não, nunca e não, e ainda da palavra oportunismo e traição, dos verbos matar, incriminar, perder, e esses outros que tu tão bem conheces.
eu dou-me a ti, e tu? será que alguma vez te deste a mim verdadeiramente?
acredito que sim. o acreditar é um verbo muito potente  nisto do amor.
o amor inconfundível é aquele pelo qual corres até ao fim do mundo, é o mais misterioso e mais sincero. Puro, singelo. que te dá vontade de viver. e não só. dá-te uma enorme vontade de te ENTREGARES, corpo e alma. completa e totalmente.
as tuas palavras aquecem-me se houver esse amor.
se não, agarra-o por 1 segundo e manda-no logo embora, sopra-o e deixa-o ir com o vento, para bem longe de ti.
quando cresce, então podes confiar. dar-te intimamente por ele. ele recompensar-te-á.
leva-o contigo.
parva fui eu por ter deixado escapar o grande amor da minha vida.
parva por isso e pelo contrário, por ter acreditado no que não devia, era pequena, nem sequer distinguia ainda o bem e o mal.
não tinha ética, nem nada que se parecesse, e não, isto não são desculpas nem lamentações, apenas desabafos. volta para mim, prometo fazer-te crescer.
voa comigo, não até à lua, mas até onde nos for possível ir.
até ao infinito também não, isso é longe demais para te poder depois trazer de volta comigo!

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