Só
queria agora poder ouvir o mar, lembrar-me de tudo o que aconteceu e
voltar ao início (19set). Poder dizer que eramos (AC) invencíveis e
inacabáveis, talvez não muito flexíveis. Foram poucos, mas bons,(quase)
todos os dias.
Nunca pensei que as pessoas se revelassem tão diferentes desde o início da verdade, do conhecimento, da apresentação, da primeira impressão, do primeiro contacto e comunicação, do primeiro simples toque.
Não é fácil, nem recomendável, principalmente quando se sabe bem do que se trata e quando se pode remediar, mas há algo que não deixa, talvez orgulho, impaciência, temosia, egoísmo. Seja como for, ja está, feito e desfeito.
Nunca acreditei no efeito irremediável, nem muito menos no ciclo ''causa-efeito''. Mas acontece, esta cadeia existe e em ampla escala. Aquilo que pensamos que só acontece aos os outros, acaba sempre por nos acontecer a nós. Mais rapidamente do que aquilo que podemos esperar, é quase instantanêo. Puramente aniquilador.
Tudo sempre derivou de algo imensamente insignificante, mas de significado arrebatador.
Há coisas que nunca mudam (DM), há aquelas que se esquecem, as que não se perdoam, as que ficam bem guardadas, as que queremos que se repitam, as que marcaram, as contínuas, as que fazem doer, as que deixam nostalgia, aquelas que desejamos nunca ter acontecido, tal como esta NUNCA devia ter acontecido, NUNCA.
Tal como há coisas, há palavras, há momentos, há amigos, de igual definição.
Não quero reler o livro da minha vida, não há borracha que o possa apagar, mas há acções que o podem completar, emendar por último.
Sempre me disseram (ou por aí ouvi dizer), que a liberdade de expressão nos ajuda nos piores momentos. A literatura faz de nós criaturas livres, prudentes, inimaginárias de uma igualável pureza, de uma ascensão a um céu respladescente, que nos liberta das piores emoções. É uma forma tranquilizadora e estabilizadora de nos encontrarmos conosco próprios, de nos conhecermos e de nos valorizarmos intrinsecamente.
Nascemos simples e naturalmente bons (aprendi recentemente). Porquê modificar esta natureza?
Esta realidade não é uma quimera. Esta realidade não é corpórea. Esta realidade não é utópica.
14 de Março de 2010
Nunca pensei que as pessoas se revelassem tão diferentes desde o início da verdade, do conhecimento, da apresentação, da primeira impressão, do primeiro contacto e comunicação, do primeiro simples toque.
Não é fácil, nem recomendável, principalmente quando se sabe bem do que se trata e quando se pode remediar, mas há algo que não deixa, talvez orgulho, impaciência, temosia, egoísmo. Seja como for, ja está, feito e desfeito.
Nunca acreditei no efeito irremediável, nem muito menos no ciclo ''causa-efeito''. Mas acontece, esta cadeia existe e em ampla escala. Aquilo que pensamos que só acontece aos os outros, acaba sempre por nos acontecer a nós. Mais rapidamente do que aquilo que podemos esperar, é quase instantanêo. Puramente aniquilador.
Tudo sempre derivou de algo imensamente insignificante, mas de significado arrebatador.
Há coisas que nunca mudam (DM), há aquelas que se esquecem, as que não se perdoam, as que ficam bem guardadas, as que queremos que se repitam, as que marcaram, as contínuas, as que fazem doer, as que deixam nostalgia, aquelas que desejamos nunca ter acontecido, tal como esta NUNCA devia ter acontecido, NUNCA.
Tal como há coisas, há palavras, há momentos, há amigos, de igual definição.
Não quero reler o livro da minha vida, não há borracha que o possa apagar, mas há acções que o podem completar, emendar por último.
Sempre me disseram (ou por aí ouvi dizer), que a liberdade de expressão nos ajuda nos piores momentos. A literatura faz de nós criaturas livres, prudentes, inimaginárias de uma igualável pureza, de uma ascensão a um céu respladescente, que nos liberta das piores emoções. É uma forma tranquilizadora e estabilizadora de nos encontrarmos conosco próprios, de nos conhecermos e de nos valorizarmos intrinsecamente.
Nascemos simples e naturalmente bons (aprendi recentemente). Porquê modificar esta natureza?
Esta realidade não é uma quimera. Esta realidade não é corpórea. Esta realidade não é utópica.
14 de Março de 2010
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